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ANEEL aprova aumento de até 42% em contas de luz

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (24) um aumento para o valor do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha, de 42,8%. Com o aumento, a taxa extra cobrada nas contas de luz passa dos R$ 3,50 para os R$ 5 a cada 100 kWh consumidos.


O aumento acionado somente quando a estiagem atinge os reservatórios das hidroelétricas brasileiras, acionando o segundo patamar de bandeira vermelha. Isso já aconteceu no mês de outubro, mas, como reajuste passa a valer somente em novembro, neste mês o valor da bandeira continua de R$ 3,50 por cada 100 kWh.


Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/7034275/aneel-aumenta-cobranca-maxima-bandeira-tarifaria-conta-luz-ficara-mais



Setor já esperava falta de chuvas


A metodologia atual considera o valor do Custo Marginal de Operação (CMO) para o mês seguinte. Para o diretor geral da agência, esse valor é muito volátil e não contabiliza o nível de armazenamento. Romeu Rufino aposta que a solução será abrir uma audiência pública para reavaliar o instrumento da bandeira tarifária. “Isso teria evitado, por exemplo, uma bandeira verde como a observada em meados do ano, quando já se esperava uma hidrologia desfavorável durante o período seco e um forte consumo dos reservatórios”, reclamou. A nova metodologia, segundo ele, deve entrar em vigor no ano que vem.


A Aneel avalia que a receita resultante das cobranças adicionais de bandeiras tarifárias não será suficiente para cobrir os custos extraordinários com o risco hidrológico e a geração termelétrica que se observa neste ano, “o que tende a influenciar os reajustes tarifários do próximo ano”, avisa a agência.


Diante do cenário de falta de chuvas somado a reservatórios quase secos e a consequente elevação dos preços das tarifas no curto prazo, o risco hidrológico – de não haver água suficiente para garantir o suprimento de eletricidade levando ao acionamento de outras matrizes de energia – custou R$ 7,6 bilhões somente nos primeiros oito meses de 2017. Mas a tendência é de crescimento considerável e expressivo do custo nos próximos meses.


Veja mais em: http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/conta-de-luz-mais-cara-governo-estuda-mudar-regra-de-bandeiras/



Sistema repõe gastos extras com termoelétricas


Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas. É o que está ocorrendo neste ano, quando os níveis dos reservatórios das hidrelétricas de todo o país registram baixas históricas. Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/aneel-aprova-aumento-de-428-na-taxa-extra-para-conta-de-luz-partir-de-novembro-1-21985692



Repasse


A permanência de um quadro de chuvas fracas e reservatórios baixos está preocupando o governo e já provoca reavaliação da metodologia de acionamento das bandeiras tarifárias, que aumenta o preço cobrado pela energia no momento em que as usinas termoelétricas são ativadas.


Para o ano que vem, a matemática aponta para um forte movimento de alta nos preços da tarifa. Somente a Light, distribuidora carioca, um exercício feito pela TR Soluções mostrou tem balanço desfavorável de R$ 455,9 milhões.


Com isso, se ocorresse um reajuste tarifário em setembro, o passivo, descontados os valores já adiantados na tarifa (de R$ 389,59 milhões até agora), se refletiria em um impacto tarifário de 1,84%.


A consultoria fez o mesmo exercício para outras importantes distribuidoras do País e identificou um impacto tarifário hipotético de até 3,06%, no caso da Copel, ou de 2,75% para Eletropaulo e de 1,88% para a Cemig, considerando que as distribuidoras teriam reajuste em setembro.


Vale salientar, no entanto, que como os aumentos nas tarifas são determinados em períodos distintos, esses números não servem de referência para um aumento futuro.


Veja mais em: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/governo-estuda-mudar-regras-e-conta-de-luz-pode-ficar-mais-cara/



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